Após 7 etapas disputadas ao longo do ano de 2012 abaixo vocês verão os Ranking de todas as categorias. Parabéns a todos e ano que vem tem mais.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Maringá Park Open 2012
Chegamos ao final de mais um grande evento esportivo realizado em Maringá, um dos maiores já feito na cidade canção. E agora é um momento de auto analise, ver onde erramos, o que poderia ser feito melhor e já começar a trabalhar para um evento maior, dando uma premiação mais alta para atrair jogadores mais bem posicionados no ranking.
Não poderia deixar de agradecer ao grande pioneiro do squash maringaense, foi quem me apresentou o esporte, e me ensinou as primeiras dicas e regras do jogo, estou falando do professor Luiz Peris (proprietário da Life Squash). É claro que alem de ser o grande responsável pelo squash em Maringá ele ajudou e muito na realização do Maringá Park Open de Squash, sedendo as quadras da Life em um momento delicado do torneio, e também tocou o torneio amador juntamente com o Marquinho e o Vitor Ferrari a quem devo agradecimentos também. O squash maringaense colherá grande frutos por esta união de forças. Onde os três professores de squash da cidade, que poderia ser visto como concorrentes, até pelo fato de trabalhar em academias diferentes, acabam se unindo por um proposito maior. Espero sempre contar com vocês nos próximos eventos, para transformar Maringá em um polo do squash nacional.
Já agradeci ao Pedro Dias, Yara (Convetion) e ao Shopping Maringá Park no post passado pela realização deste evento, devo muito a eles, foram os que acreditaram na minha ideia e quem realmente vestiu o camisa. Muito obrigado mesmo.
Obrigado ao proprietário da quadra de vidro Julio Caseiro que montou a quadra para nós, fez das tripas o coração para entrega-la no tempo combinado, mesmo com problemas familiares ele ficou em Maringá no decorrer do torneio para manutenção da quadra. Um trabalho a ser aplaudido de pé. Deixou a quadra perfeita para jogo e mesmo com as adversidades conseguiu contornar a situação. Valeu Julio e parabéns!
Agradecer a minha namorada, Danielle Cenerini, que compreendeu as minhas ausências nos momentos de montagem de quadra. Agradecer ao meu irmão Luiz Cesar Milani que deu um apoio esplendido na organização do evento. E por fim a todos vocês aluno e amantes do squash, que nos ajudaram financeiramente e emocionalmente, me incentivando a concretizar este sonho. E citarei os nomes de quem investiu, tirando do próprio bolso para ajudar a realizar o evento: Cezar Cansini (presidente da FSP), Luiz Filipe Gonçalves e seu pai Eduardo Borin (Convito), Alfeu Bottazzari, Mara Farinazzo, Priscila e Alex Pimenta (Laboratório Maringá), Anderson Stefani (Sistemar), Bruno Barud, Inez Ajita, Gabriel Garcia, Jorge Espolador, Flávio Vieira, José Marcos da Rocha, Paulo e Ana Herrera, Tadeu Haouli, Luiz Scatambulo, Dalton Abe, Luis Felipe Martini e Laudiceia Castanho.
Obrigado pela presença dos atletas de Joinville, Porto Alegre, Londrina, Presidente Prudente, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Ponta Grossa, Balneário Camburiu e Maringá. Contamos com a presença de todos você no ano que vem.
Mas antes de começar a fazer o projeto mundial 2013, tenho algumas pessoas a agradecer pela concretização desse sonho.
Já agradeci ao Pedro Dias, Yara (Convetion) e ao Shopping Maringá Park no post passado pela realização deste evento, devo muito a eles, foram os que acreditaram na minha ideia e quem realmente vestiu o camisa. Muito obrigado mesmo.
Obrigado ao proprietário da quadra de vidro Julio Caseiro que montou a quadra para nós, fez das tripas o coração para entrega-la no tempo combinado, mesmo com problemas familiares ele ficou em Maringá no decorrer do torneio para manutenção da quadra. Um trabalho a ser aplaudido de pé. Deixou a quadra perfeita para jogo e mesmo com as adversidades conseguiu contornar a situação. Valeu Julio e parabéns!
Agradecer a minha namorada, Danielle Cenerini, que compreendeu as minhas ausências nos momentos de montagem de quadra. Agradecer ao meu irmão Luiz Cesar Milani que deu um apoio esplendido na organização do evento. E por fim a todos vocês aluno e amantes do squash, que nos ajudaram financeiramente e emocionalmente, me incentivando a concretizar este sonho. E citarei os nomes de quem investiu, tirando do próprio bolso para ajudar a realizar o evento: Cezar Cansini (presidente da FSP), Luiz Filipe Gonçalves e seu pai Eduardo Borin (Convito), Alfeu Bottazzari, Mara Farinazzo, Priscila e Alex Pimenta (Laboratório Maringá), Anderson Stefani (Sistemar), Bruno Barud, Inez Ajita, Gabriel Garcia, Jorge Espolador, Flávio Vieira, José Marcos da Rocha, Paulo e Ana Herrera, Tadeu Haouli, Luiz Scatambulo, Dalton Abe, Luis Felipe Martini e Laudiceia Castanho.
Obrigado pela presença dos atletas de Joinville, Porto Alegre, Londrina, Presidente Prudente, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Ponta Grossa, Balneário Camburiu e Maringá. Contamos com a presença de todos você no ano que vem.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Contagem regressiva para o Mundial em Maringá!
Maringá Park Open de Squash
Tudo apostos para o evento esportivo do ano em Maringá
A Associação Profissional de Squash
divulgou esta quarta feira a listagem final dos inscritos no Maringá Park Open
de Squash, prova do Circuito Mundial da modalidade que terá lugar em Maringá entre
os dias 13 e 16 de Setembro.
A quadra de vidro que será montada
no 3º piso do Shopping Maringá Park receberá vinte e oito atletas oriundos de
doze países de todo três continentes, que para além do tão ambicionado troféu,
buscam uma premiação de US$ 5000.
Este evento representa para a cidade
não só um marco ao nível da organização como ao nível esportivo, pois pela
primeira vez um maringaense jogará numa prova deste calibre. Fábio Milani,
principal impulsionador da modalidade em Maringá faz parte do quadro principal
do evento, e jogará no seu primeiro encontro contra um atleta francês, quarto
cabeça de serie.
Paralelamente ao torneio
profissional decorre um torneio amador que terá lugar na Academia Estação e na
qual as inscrições decorrem a um bom ritmo já com inscritos de várias cidades
do Brasil.
Apesar do aparente sucesso até ao
momento, Pedro Dias, sócio gerente da Pedro Dias Sports (PDS) um dos
organizadores do evento, lamenta a falta de apoio de mais entidades locais.
“O evento vai acontecer, vai ser um
sucesso e vai colocar Maringá na rota dos torneios internacionais, contudo
gostaria de ver as entidades publicas e privadas da cidade mais empenhadas na
sua realização. Acredito que vamos marcar uma rotura com o passado e que no
futuro será diferente, pois um evento deste calibre representa um enorme
retorno financeiro e de visibilidade para quem se associa a ele”.
O Maringá Park Open de Squash 2012 é
realizado pelo Maringá Park Shopping Center, organizado pela Pedro Dias Sports
e por Fábio Milani, tem o apoio institucional do Maringá e Região Convention
& Visitors Bureau e da Prefeitura Municipal de Maringá, o patrocínio da
Alto Giro, do Cesumar e da TCCC e o apoio da Magnani design, VEC Sistemas, a
Pama Industria Gráfica e Clinica do Futebol.
Para mais informações consulte o
site www.pedrodiassports.com ou entre em contato com a organização:
segunda-feira, 9 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Mundial de Squash em Maringá!
Ontem dia 27 de
junho de 2012 foi um grande dia para o squash maringaense. Logo de manha eu e
Pedro Dias fomos a uma reunião que definiria se Maringá sediaria ou não uma
etapa do mundial de squash com a tão sonhada quadra de vidro. Sonho este que tenho a mais de 5 anos, ainda na época compartilhado
com Renatão (Renato Trevisan – Casa do Queijo). Anos passaram, e jamais conseguimos
tirar do papel. Tentávamos fechar parcerias com alunos e conhecidos, mas sem muito sucesso. Se tratando de um mundial, com a montagem de uma quadra de squash com as 4 paredes de vidro, locada diretamente de São Paulo para cá, os custos eram muito altos deixando inviáveis as parcerias com patrocinadores.
Mas em outubro de 2011, sem a companhia do Renatão (que com problemas na coluna deixou de dar aula de squash e assumiu a
Casa do Queijo), tive a ideia de procurar a Maringá Convention & Visitors
Bureau (CVB) para ajudar na realização desse sonho do squash
maringaense. E logo percebi que o grande erro que cometemos foi não ter procurado antes esta entidade. Apresentei o projeto do
evento a Yara Linschoten, diretoria executiva do CVB, que logo
vestiu a camisa do evento e começou a regaçar as mangas para me ajudar na
concretização do evento. Passaram-se quase 2 meses e ela me apresentou Pedro Dias, sócio proprietário da empresa Pedro Dias Sports, responsável em organizar eventos esportivos. O sonho começou a tornar-se realidade com esta parceria entre Fábio Milani (eu), Pedro Dias e Yara (CVB). Tentamos angariar fundos com a
prefeitura, em vão, após 4 meses de negociação não conseguimos acordo. E mais
uma vez CVB nos ajudou com seu leque imenso de contatos, e nos indicou o shopping
Maringá Park.
Nos reunimos com Cláudia Michiura e Marisa de Oliveira, as gerentes do shopping, que também adoraram a
ideia, e após algumas reuniões, ontem elas fecharam a parceria conosco. O Shopping Maringá Park entrará como patrocinador oficial do I mundial de squash realizado na Região. Contando com uma quadra de vidro montada nas dependências do shopping, o evento acontecerá de 13 a 16 de setembro. E juntamente com este grande evento será disputado uma Etapa do Parananense de Squash que será realizado nas quadras das academias da cidade.
Um grande feito para Maringá que agradeço de coração a estas duas pessoas que fizeram deste evento uma realidade. Muito obrigado Yara Linschoten (CVB) e Pedro Dias por impulsionar mais ainda o nosso tão amado esporte. E você caro leitor já reserve na sua agenda essa data, pois prometemos fazer um grande evento, tanto para quem joga (nas categorias da Etapa do paranaense) quanto para quem só assistir (entradas franca).
Com atletas do mundo inteiro disputando o titulo, o evento promete uma movimentação muito grande em todos os setores da cidade. E quem tiver interesse em divulgar sua marca junto ao evento, ainda temos espaços publicitários disponíveis. Interessados procurem a mim ou ao Pedro Dias.
Preparem-se!!!
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
Vicio Frenético
Antes de começar este post gostaria de pedir a
todos que me acompanham e jogam squash para um debate virtual. Principalmente
os top 10 brasileiro. Peço para meus amigos: Alarcon, Roni, Roninho, Manu, Vini
Costas, Vini Rodrigues, Pedro Mometto, Julio Caseiro... dentre outros, opinem,
escrevam dizendo o que se passa na cabeça de vocês no decorrer do jogo. Espero
que gostem do meu novo post.
Sempre após cada torneio que participo procuro fazer
uma auto-análise dos meus jogos. E sempre trombo com o aspecto psicológico que
envolve o Squash. Ganhando ou perdendo jogos, gosto de analisar o que eu fiz de
bom ou ruim, principalmente como me comportei psicologicamente durante as
partidas. Não raro, percebo uma “bipolaridade” em meu jogo. Apresento a vocês o
EU RELAX e o EU STRESS.
O EU RELAEX: é quando jogo bem a minha
principal atitude é a falta de pressa em definir o ponto - troco bolas
esperando o momento certo da definição. Consigo visualizar a quadra como um
todo e não cada batida específica. Adquiro uma visão ampla. Encontro tranquilidade
que, muitas vezes, em jogos que estou perdendo não encontro tão fácil. Coloco
meu adversário para correr sem me apavorar quando ele pega minhas batidas. Não
me desgasto. Quero que o jogo não tenha fim. Divirto-me jogando.
Agora, o EU STRESS: nesse momento, é como se a
palavra CALMA não existisse no meu vocabulário. Quero definir o ponto de
primeira, me concentro apenas na batida torcendo para que a bola “morra”, que o
ponto venha e acabe logo com aquela tortura. Frases surgem na minha cabeça após
cada batida, do tipo: “Morre bola, por favor,” ou então “Nick, Nick, Nick” e,
seguidas dessas, vem outras “não acredito que não morreu” ou então “esse cara
pega tudo”. Não consigo enxergar nada, fico com a visão “fechada”. O resultado:
pontos mal trabalhados, bolas que sobram e eu correndo igual um louco. Fim de
jogo, perdi e fiquei exausto, só sobrou a capa do Batman. E, claro, qual a
primeira coisa pra culpar: falta de condicionamento. ERRADO! O jogo foi mal
feito, me desesperei. Sei que quando canso excessivamente, joguei mal.
O interessante é que em um mesmo jogo, às
vezes, aparecem os dois “EUs”. Um jogo calmo pode virar um stress e vice e
versa. Portanto a concentração é um aspecto fundamental. Além das dicas que
passei a vocês no meu post “Olhe, Repire e Bata!”, considero importante começar
um jogo com bolas profundas, principalmente paralelas, vai sentindo o jogo
comece controlando a pressa. Defina os pontos calmamente, esperando o momento
certo. É de fundamental importância começar com este controle. Caso comece partindo
pro tudo ou nada, dificilmente vai conseguir recompor a calma. As bolas de
definição são viciosas e depois que você começa a usar, dificilmente irá parar.
Mas também cuidado para não assumir a postura puramente defensiva, apenas não se
afobe. A definição do ponto é fundamental no Squash, mas deve ser realizada no
momento certo. Dose seu jogo desde o começo, vá com cautela para que não vire
um “vicio frenético”.
domingo, 17 de junho de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Que tal jogar um Squash de qualidade? É só treinar!
Sempre fui muito adepto a um bom treinamento. Se você quer ser bom em alguma coisa na vida, vai ter de repetir diversas vezes a atividade que está a fim de realizar. Digo isso não apenas nos esportes, mas pra qualquer área da vida, "a pratica leva a perfeição" sim! Se você quer aprender a falar bem inglês vá e pratique, se quer aprender bem a escrever, pratique a escrita, se quer aprender a tocar algum instrumento musical, idem. O mesmo acontece para o Squash. Não tem segredo algum. Você quer ganhar posição na sua categoria, você que ganhar daquele seu "arquirrival", você quer ganhar o titulo do seu estado, da sua região, quer jogar melhorar seu jogo, pratique, pratique, pratique.
Nas academias onde dou aula, sempre tem aqueles que não querem saber de treinar, apenas jogam com seus parceiros. É obvio que isso depende exclusivamente do objetivo do jogador. Se o objetivo for apenas suar e dar boas risadas então tudo bem, vá lá e arrebenta a bola na parede, mas assim como já disse em um post anterior, não acredito que alguém entre numa quadra de Squash sem querer ganhar. A pessoa até pode falar que vai para se divertir, mas quer sair do jogo vitorioso. E para que isso aconteça não pode dar uma de Romário e ignorar os treinos. Você repetirá diversas vezes os fundamentos até que comece a acertar sem pensar. Como treinar fundamentos como drops, boasts ou saques apenas jogando? Durante um jogo normal repetimos poucas vezes estes fundamentos, e muitas vezes nem os usamos. Enquanto isso em um treino de drop você, em 5 minutos de exercício, repetirá mais de 100 vezes o movimento, melhorando a sua precisão. Isso dará mais habilidade e confiança para, no momento do jogo, conseguir acertar.
Jogadores que apenas jogam sem os treinos, aderem a um estilo de jogo no mínimo previsível, com muitas bolas no fundo de quadra, e sem definições nas horas que é preciso. O jogo se torna uma correria só e muito cansativo. Se você dedicar de 15 a 20 minutos antes de seu jogo para alguns drills (sequências de batidas) de drops, paralela, boast... Verá que esse aquecimento vai trazer grande melhora em seu jogo. Mas calma, não basta treinar duas semanas, ou um mês e pronto. Deve ser algo constante e você melhorará a passos curtos, terá uma evolução gradual. Não pense que um instrutor de squash fará mágica e que, do dia para noite, irá fazer você acertar mais drops do que nunca. Isto é uma coisa que se adquire com o tempo, e quanto mais você treinar, melhor será. Muitas vezes vejo um aluno que há tempos não treina, e na véspera de um torneio quer treinar enlouquecidamente. É obvio que vou estender a mão, faço o possível para ajudá-lo, mas jamais farei milagres. Imagine você ficar o ano todo comendo e bebendo, fazendo festa e sem atividade física alguma. Um belo dia, antes de ir para praia no final do ano, você contrata um personnal trainning e pede, com a maior cara de pau: "- Olha só, queria ficar com barriga de tanquinho, me ajuda??". Sem chances. Programe-se junto com seu instrutor de Squash, faça treinos periódicos e, o mais importante, tenha paciência. No Squash não tem muito o que se inventar. Não vai ter muita alternativa além de ficar batendo a bola na parede repetidas vezes. Quer uma dica? Pratique com música. Vale um Iphone, MP3, o que for preciso para ajudar nas repetições. Escolha aquele som que te move pra mudança, que marcou sua vida. Quer melhor ocasião pra essa trilha sonora?
Bora suar a camisa!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Mulheres no squash
Falo com gente do meio e vejo um fato: tem pouca mulher no Squash. Se vê algumas nas quadras de agregadas à musculação e fitness, mas poderia ter bem mais. Nas academias só pra Squash o público feminino é minúsculo comparado ao público masculino. E um fato curioso: mencionar que tonifica pernas e glúteos deveria ser o suficiente para provocar um corre-corre rumo às quadras, mas isso não acontece. Comecei então a observar o ambiente das academias de Squash e escutar as mulheres que tentam jogar – acho que descobri o porquê de não haver tantas mulheres em quadra.
Homem no meio de muita mulher se sente “o rei do pedaço”. Para as mulheres é um pouco diferente. Se elas chegam num ambiente tomado por homens, a maioria fica intimidada e com motivo. Nós homens afastamos as mulheres do Squash. É nossa culpa. Quando aparece uma corajosa para jogar no meio dos "cuecas" temos duas situações: Se for bonita pra maioria, será como “uma ovelha no meio das raposas”. Sobram olhares e cantadas, as deixando desconcertadas. E se a beleza não for consenso, daí ela tá perdida mesmo, vai ser jogada para escanteio. O pessoal se fecha nas "panelinhas" e ela vai pro fim da fila, sem jogar. Por isso as poucas guerreiras preferem fazer aulas em horários de baixo movimento e diversas vezes eu escuto pedidos de alunas para colocar cortinas nos vidros (pasmem). Não querem olho comprido nem passar pela vergonha de fazer feio no jogo. Mas também não treinam jogando com outras pessoas. Outra situação comum: mulheres que se acham incapazes de jogar Squash... sem ter nem tentado. Por experiência, posso assegurar que acontece com muitas mulheres. Coisas do tipo “não tenho coordenação!” são as mais comuns. E quando consigo convencê-las depois de muito esforço, percebem que podem e se saem muito bem. Se amarram principalmente por sentirem aquelas tão desejadas dorzinhas musculares. Sensação de dever cumprido. Nos torneios, vemos categorias femininas com poucas inscritas e são sempre as mesmas em quadra - mas este assunto fica pra num próximo post. Professores e proprietários das academias de Squash: invistam no público feminino. Tragam para experimentar o esporte e, mais a frente, trave outra "batalha" para elas participarem de torneios. Quem convive com as mulheres sabe muito bem que a grande maioria foge de competições. Façam ações voltadas para elas, repito, dêem espaço. Que tal uns cafés da manhã com Squash em um sábado de manhã só de Meninas Super Poderosas? O correto é que devemos repensar-nos e me refiro a nós homens - é cruel e pouco inteligente a atitude de não dar espaço a elas. Precisamos da presença e da competitividade feminina, é estimulante. Um ambiente misto fica mais agradável e dinâmico. Recordo-me do brilhante artigo do Jabor, "O mundo sem mulheres" - quem não leu, leia (leia aqui). Então meninas, vocês que ainda não experimentaram o Squash, por gentileza, venham! Esta é a minha singela homenagem as mulheres. E parabéns às que jogam Squash, só pelo fato de jogarem já são campeãs, pois sei bem o que vocês passam na nem sempre dissimulada atitude masculina.
sábado, 7 de abril de 2012
Mitos do Squash
O Squash é um dos esportes que mais cresce no mundo e forte candidato as Olimpíadas de 2020, mas ainda tromba com muitos mitos que atrapalham sua ascensão. Tem pouca informação e divulgação nas mídias de massa, dificilmente se escuta falar do Squash na televisão. Já vi passar campeonato de bolinha de gude em canais fechados da tv a cabo, mas nada do Squash. Um esporte que merece um pouco mais de atenção da mídia. Graças a essa falta de informação, quando sou questionado sobre o que eu faço e respondo que dou aulas de Squash, não raro escuto: "ah Squash, sei, aquele na água né...".
Existe um estigma de que é um esporte de muita complexidade, que agride o corpo (principalmente joelhos e a coluna) pelo impacto – ledo engano. As quadras oficiais de Squash possuem um sistema peculiar de absorção de impacto. A madeira por si só já amortece, mas, além disso, possui um sistema de camadas de borracha por baixo dos tacos. Esse sistema ajuda proteger os joelhos e a coluna contra o impacto com o solo. A maioria das quadras possui este sistema, mas convém sempre bom conferir - observe alguém saltando no meio da quadra e é fácil notar se tem ou não o sistema. Sobre a complexidade do jogo, é o que eu sempre digo: o Squash é muito fácil de jogar. Acertar uma bola preta com uma raquete em uma parede de 5m x 6m e começar a correr atrás dela quando retorna pra você não parece ser algo de outro mundo. Já tentou entender as regras do baseball ou do futebol americano?
Outra pergunta que escuto com frequência é sobre a disparidade dos braços. Por ser um esporte unilateral (que trabalha apenas com um braço), as pessoas tem medo de ficar com braços desiguais, ou desvios posturais. Isso é raro, só em casos extremos de atletas ou professores que treinam muitas horas por dia. Pode tranquilamente ser evitado com exercícios de compensação para o braço que não se usa.Se você é um aluno semanal, a diferença será quase imperceptível, em razão do pequeno peso da raquete e da bola. Ambos não oferecerão muita resistência aos músculos trabalhados ao golpear a bola.
O maior risco do Squash talvez esteja em um acertar o outro com a bola ou raquete - verdade. Geralmente o resultado é a dor da pancada, mas pode ser grave se o local atingido for, por exemplo, os olhos. Mas isto é assunto pra outro post. Apenas adiantando: use óculos protetores específicos para Squash e tá tudo certo. Não tem? Ok, mas certamente você tem uma furadeira em casa. Na maleta dela, repare um óculos de proteção gigante, todo transparente. Também serve!
Para finalizar, nunca inicie um exercício físico sem a parceria de um profissional especializado e nisso, o Squash não foge à regra. Vejo pessoas entrando em quadra sem aulas (tipo pelada de fim de semana) ou com profissionais desqualificados. Isso poderá causar "vícios" de execução da técnica limitando o seu jogo e prejudicando a sua aprendizagem no longo prazo. Sem orientação correta, o aluno faz os movimentos errados podendo causar lesões de articulações. Sem metodologia correta ministrada pelos professores, o aluno se posiciona e se desloca de forma errada em quadra, podendo ser atingido pela raquete do adversário. Quer um conselho “do bem”? Procure um professor e quebre os mitos que te venderam sobre o Squash. Venha se divertir e suar um pouco na quadra mais próxima de você. E não acredite no que te disserem sem ter, ao menos, tentado.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
"Jogo é jogo e treino é treino"
Na primeira etapa do paranaense de squash do ano de 2011 foram alguns alunos comigo para disputar as suas respectivas categorias. E percebi que eles não rendiam iguais rendem aos treinos. Com jogos longe do que apresentavam ao longo dos meses de treinos, fui obrigado a me questionar sobre o meu método de ensino. E com uma rápida analise lembrei-me dos livros de treinamentos desportivos que lia na época da faculdade. Onde destacavam a importância de ter uma fase do treinamento que o aluno vivencie o torneio por si só. E acredito também que entrando neste assunto encontrei um dos motivos da falta de “caras novas” nas categorias iniciantes.
Por mais que meus alunos treinassem drops, voleios, paralelas, etc. E por mais que ficassem horas jogando com outros amigos de quadras, sempre na hora de disputar um torneio o seu rendimento caia. Muitos de vocês vão jogar a culpa apenas no fator psicológico, e sou obrigado a concordar, mas esquecemos que o fator psicológico pode ser treinado, não basta apenas colocar a culpa nele e deixar por isso. Esta é uma área pouco estudada nos esportes, mas acredito que com algumas medidas no decorrer do treinamento podemos melhorar o rendimento dos jogadores.
Em um determinado período do treinamento, a literatura nos traz que devemos adentrar no ciclo competitivo. Inscrever nossos jogadores nos torneios, para sentirem a adrenalina, a pressão, o nervosismo da competição. Sabemos que treinos ou jogos amistosos dificilmente ofereceram isso aos jogadores. E como queremos adquirir uma habilidade sem treino? Devemos submeter os jogadores a pressões freqüentes para que possam adquirir esta habilidade. Uma coisa é você acertar 50 drops consecutivos em treino, outra coisa é você acertar um drop em um jogo onde tem platéia, onde tem um placar, onde tem um árbitro, onde tem um adversário para se superar. Já dizia nosso grandioso jogador de futebol Didi: "Jogo é jogo e treino é treino". Quanto mais torneios os jogadores forem expostos, mais eles se acostumaram a jogar sobre pressão. E conforme as participações em torneios aumentem suas adaptações a isso aumentaram. Consecutivamente não só entraram nas quadras de squash mais calmo, mas sim também em salas de reuniões, em palestras, em exposições, etc.

Ensinar o squash sem torneios ou competições é uma aprendizagem incompleta. O que mais atrai as pessoas neste esporte é o lado competitivo, e se engana quem diz que não é. Você até pode no começo do jogo pensar que esta ali só por diversão, que não importa quem ganha e tudo, mas basta alguns pontos e você já estará mordendo a raquete para pegar as bolas e não deixar seu adversário fazer ponto.
Temos o exemplo de diversos jogadores que estão habituados a disputar torneios. Possuem mais calma no jogo. Aprendem a usar os fundamentos nos momentos certos. Se você esta procurando evoluir em seu jogo, além de continuar a treinar, aconselho procurar disputar torneios, você verá a diferença. É obvio que nos primeiros você sentira um frio na barriga, um nervosismo sem igual, muitas vezes dando vontade de fugir, mas acredite, com a pratica, com as disputas de alguns torneios, este nervosismo vai diminuindo e você aprenderá a controlá-lo. Ajudando-te até em fatos que acontecem no dia a dia. Duvida? Experimente então. Se arrisque a jogar alguns torneios para ver a experiência única que irá sentir. Mas te alerto, é uma sensação viciante.
Aproveitando a deixa, gostaria de incentivar os professores de squash pelo Brasil a fora a realizar torneios internos. Com isso, além de vocês aumentarem seus rendimentos, melhoraram os níveis dos seus alunos os deixando mais apaixonados pela modalidade, divulgaram o esporte, e o mais importante para o benefício do squash, encorajaram seus alunos novos a disputar torneios das federações. Pois o único modo burocrático de fazer crescer um esporte é tendo suas federações fortes, e com muitos inscritos em suas etapas. Um aluno que começou a jogar squash tem 1001 tipos de medo de entrar em um torneio estadual de squash, sendo que, para quem joga não é nenhum bicho de sete cabeças. Temos categorias para todos os níveis, onde TODOS se encaixam. A questão é, por que não jogam então? Por medo! Medo de passar vergonha, medo de fazer feio diante da platéia. E através de torneios internos, vamos conseguindo familiarizá-los e encorajá-los aos campeonatos. Começaram a ver que não é tão impossível participar de um paranaense, de um catarinense, de um gaucho... de um brasileiro. Fazendo crescer o esporte em proporções alarmantes.
Após estas reflexões feitas no caminho de volta da 1ª etapa do paranaense de 2011, decidi criar o circuito regional de squash, reunindo meus alunos de Maringá, Londrina e Arapongas e outros alunos das academias de squash nas redondezas. Foi um dos meus melhores feitos. Os jogadores fazem intercâmbio entre eles, se familiarizam, se confraternizam. Não a duvidas que o nível técnico da região norte do Paraná melhorou demais após o inicio deste circuito. E quem participa de uma etapa acaba se fidelizando mais ainda ao squash, e com certeza estes que estão participando pela primeira vez criaram um "ciclo vicioso”, onde terá sempre um objetivo ao alcançar, sendo ganhar a categoria iniciante do torneio interno de sua academia, até ganhar a 1ª classe do brasileiro.
Para finalizar quero dar uma dica para duas pessoas em especial. Primeira ao professor de squash; por favor, organize torneios internos, faça rankings para o bem do squash nacional. E a segunda pessoa; é para você jogador de squash que nunca participou de um torneio. Tenho apenas uma palavra para dizer a você: COMEÇE! Se inscreva, seja você de qualquer faixa etária e sexo. Venha prestigiar os torneios, entre em um mundo de diversão e adrenalina que você nunca experimentou. Perca o medo. E não se decepcione se perder no primeiro jogo. Treine mais para que no próximo você consiga passar a barreira da primeira vitória em torneios, depois treine mais para ficar entre os tops de sua categoria, depois mais para ganhar sua categoria e ser promovido.
Está esperando o que? Aqui na região norte do Paraná não tem desculpas para não participar. Temos torneios internos nas academias quase mensalmente. Temos o circuito regional com sete etapas ao longo do ano, tendo diversas categorias, inclusive a iniciante, e aberta ao público. Temos o circuito paranaense de squash que é completamente fascinante jogar. Então pessoal os degraus estão construídos e postos a vossa frente, basta apenas você subir o primeiro degrau e se deixar levar pelos torneios no Brasil a fora.
FÁBIO LUIZ MILANI
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Futuro do Squash
Em 1997 um até então desconhecido, franzino, com roupa de surfista, brasileiro, adentrava para jogar um dos torneios mais importantes de tênis do mundo. Não estava nem entre os 50 melhores jogadores do ranking mundial. Chamou a atenção do público e do mundo pelo seu movimento de backhand agressivo, potente e preciso, e por vitorias memoráveis. Gustavo Kuerten, popularmente conhecido como Guga, conquistaria pela primeira vez um titulo de Grand Slam, titulo este que veio a se repetir mais duas vezes, o tão charmoso Roland Garros. A partir dessa primeira conquista as academias e clubes de tênis se encheram de crianças, escolinhas especializadas na modalidade tinham enormes filas de espera.
Um grande exemplo da importância de se ter um ídolo no esporte. Imagina se surgisse um Guga do squash? Como não seria? As quadras de squash cheias de crianças, o que hoje em dia é difícil de acontecer. Atualmente o Brasil sofre com uma carência enorme de crianças no squash, com suas cuidadosas exceções que logo vou comentar. Mas a questão é que em um brasileiro juvenil de squash não conseguimos atingir se quer 50 inscritos. É triste, pois todos sabem que a infância e a juventude é o futuro de uma sociedade. E como será o squash daqui a poucos anos, quando estivermos pendurando as raquetes? Quem irá freqüentar as quadras deste esporte que tanto amamos? Sempre pego um exemplo simples disso, este ano será o sétimo circuito paranaense de squash que representarei Maringá, nestes sete anos tenho contado nos dedos de uma mão as crianças que participaram destas etapas.
Em sete anos, presenciei o domínio da categoria principal, passar nas mãos dos sempre mesmos jogadores: Cacibo Buffara, Mauro Maes e eu. A exceção que tivemos foi Pedro Mometto, jovem promessa de Santa Catarina surgiu e logo dominava a categoria principal. Apenas ele. O que me preocupa é olhar nas categorias juvenis do paranaense e ver poucos nomes. Vou até sita-los aqui: Ronivaldo Junior, Gustavo Pizzato, Maria Julia Romano, Vinicius Cansini e Victoria Cansini. É claro o que me preocupa não é vê-los jogando, muito pelo contrario, me abrilhanta os olhos quando eles jogam. Enche-me de esperança saber que daqui uns dois ou três anos eles estarão em disputa conosco da 1ª classe. O que me preocupa é a ausência dos demais. Precisamos de mais pessoas com o espírito do nosso presidente da FSP (Federação de Squash do Paraná), Cezar Cansini, que graças a ele, ainda temos estes nomes, caso contrario, não haveria nenhum. Precisamos de incentivos para nossas crianças, levar o squash para os colégios, atraí-las para as quadras, mostrar o que é o squash. Preparar projetos em academias e clubes para incentivar os jovens, com preços especiais, aulões para turmas do ensino fundamental de colégios, para que eles possam vivenciar o esporte.
Para se ter um ídolo, precisamos regaçar as mangas, e buscar essas crianças em suas casas, tira-las de frente de seus computadores e vídeo games. Pois depois que surgir um “Guga” no squash apenas se colherá os frutos. Haverá filas de crianças para fazer aulas de squash, e consecutivamente longa vida ao Squash. Mas se não nos mexermos, não haverá crianças jogando e treinando, consecutivamente não haverá jogadores brilhantes brasileiros para disputar com os Egípcios e Ingleses (pois para competir com eles, apenas fazendo um trabalho de longo prazo desde a infância até a fase adulta), consecutivamente não haverá ídolos brasileiros no Squash, virando deste jeito um ciclo vicioso. É o que temos hoje em dia. Para finalizar, volto a chamar a atenção de vocês para as exceções no Brasil de jovens promessas. É de se tirar o chapéu e copiar o exemplo que os mineiros têm. Muitas crianças jogando. Jovens de 10 a 15 anos com um alto nível de jogo. Também um belo exemplo em Curitiba, onde temos academias e clubes fazendo um trabalho paralelo com a FSP de incentivo as crianças, com aulas de baixo custo ou gratuitas para nossos jovens. Mas precisamos de mais lugares fazendo isso, mais divulgação do esporte para os infantos juvenis que pouco conhecem o Squash. Vamos fazer um celeiro de atletas no Paraná. Por que não formar o “Guga” do squash aqui no nosso Estado, na nossa cidade, no nosso clube ou academia.
Grande abraço a todos.
Fábio Luiz Milani
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Squash Rumo aos Jogos Olímpicos de 2020
Será a terceira tentativa da Federação Mundial de Squash (WSF) introduzir o squash nos jogos olímpicos. Depois de 2 insucessos a bola da vez agora são os jogos olímpicos de 2020, ainda sem sede definida. Com alterações significativas em suas regras, nas tecnologias aplicadas nos torneios e o crescente número de participantes acredito que dessa vez conseguiremos nos tornas um esporte olímpico.
Após ter sido barrado das Olimpíadas de Londrés deste ano e das Olimpíadas do Rio em 2016 o COI fez uma lista de mudanças para que o Squash se enquadrasse nos jogos. A maior parte já feita pela WSF, como: sistema de 3 árbitros, replays de bolas duvidosas, as tão atraentes quadas de vidro a unificação da pontuação e a mesma tecnologia de rastreamento de bola utilizada no tênis. Medidas estas já notadas pelos organizadores do COI, pois em julho de 2011 o squash foi introduzido novamente para a lista dos esportes em potencial para as Olimpíadas.
Uma das mudanças mais significativas para a crescente popularização do esporte, foram as introduções das quadras de vidros em lugares públicos, aumentando a visibilidade do público e melhorando as transmissões pela TV. Outra mudança significativa para o esporte foi a unificação dos pontos. Quem joga a mais tempo deve se lembrar da bagunça que era: "vamos jogar até quanto? até 9 com vantagem, até 15 sem vantagem, até 11...". Realmente nosso esporte esta mudando para melhor, esta se profissionalizando, e acredito que dessa vez nos tornaremos um esporte olímpico.
Grande abraços a todos
Fábio Milani
Após ter sido barrado das Olimpíadas de Londrés deste ano e das Olimpíadas do Rio em 2016 o COI fez uma lista de mudanças para que o Squash se enquadrasse nos jogos. A maior parte já feita pela WSF, como: sistema de 3 árbitros, replays de bolas duvidosas, as tão atraentes quadas de vidro a unificação da pontuação e a mesma tecnologia de rastreamento de bola utilizada no tênis. Medidas estas já notadas pelos organizadores do COI, pois em julho de 2011 o squash foi introduzido novamente para a lista dos esportes em potencial para as Olimpíadas.
Uma das mudanças mais significativas para a crescente popularização do esporte, foram as introduções das quadras de vidros em lugares públicos, aumentando a visibilidade do público e melhorando as transmissões pela TV. Outra mudança significativa para o esporte foi a unificação dos pontos. Quem joga a mais tempo deve se lembrar da bagunça que era: "vamos jogar até quanto? até 9 com vantagem, até 15 sem vantagem, até 11...". Realmente nosso esporte esta mudando para melhor, esta se profissionalizando, e acredito que dessa vez nos tornaremos um esporte olímpico.
A modalidade tem se tornado cada vez mais relevante pro esporte mundial, atraindo muitos adeptos (só no Brasil, estima-se 80 mil jogadores). Segundo o presidente da WSF, o indiano Rami Ramachandran, o squash preenche todos os critérios para se tornar um esporte Olímpico, tais como presença forte nas categorias master e juvenil, campeonatos e embates cada vez mais competitivos e ser considerado um dos esportes mais saudáveis do mundo por diversas revistas conceituadas na área da saúde.
Agora ficamos na torcida a decisão será tomada em setembro de 2013, onde o COI se reunirá em Buenos Aires para definir se o Squash se tornará um esporte olímpico ou mais uma vez deixar-a de fora. Se depender de nós isso já esta garantido.Grande abraços a todos
Fábio Milani
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
REGULAMENTO DO CIRCUITO REGIONAL DE SQUASH 2012
CAPITULO 1 – DESCRIÇÃO
Art. 1- Trata-se de uma competição amadora, organizada e divulgada pelo profissional de Educação Física Fábio Luiz Milani (CREF. 011207 G/PR), cujo objetivo é o promover o esporte e estar treinando os alunos para as competições, isso através do incentivo ao espírito competitivo e de confraternização entre os praticantes dos diversos clubes e academias da região.
CAPITULO 2 – ETAPAS
Art. 1- O Circuito será dividido em sete etapas ao longo do ano, a ser realizadas nos diversos clubes e academias filiados a Fábio Luiz Milani.
Art. 2- O calendário e locais dos jogos serão divulgados no inicio do ano. As etapas terão início as sexta – feiras ou sábados, dependendo do número de inscritos e quadras disponíveis. Podendo ocorrer mudanças avisadas com antecedência ao torneio.
CAPITULO 3 – CATEGORIAS
Art. 1- As etapas serão divididas em quatro categorias masculinas e duas femininas. Na masculina haverá as Classes A, B e C, além da 1ª classe que será composta dos jogadores de níveis elevados, mais os quatro primeiros colocadas (G4) do ranking da Classe A. No feminino terão as Classes A e B. Cada atleta será classificado em uma determinada categoria, definida por Fábio no momento das inscrições.
CAPITULO 4 - FORMAS DE DISPUTA
Art. 1- As etapas do circuito, a principio, serão realizadas no sistema todos contra todos. Dependendo do número de inscritos poderão ser divididos em grupos, onde os melhores dos grupos se classificarão para uma fase final. Em caso de muitos inscritos poderá ser utilizado o sistema de eliminatória simples (mata – mata).
Art. 2- Em caso de todos contra todos, terá a melhor campanha o jogador que acumular mais vitoria no grupo, em caso de empate a ordem será a seguinte:
· Número de games vencidos;
· Saldo de games;
· Confronto direto (quem ganhou no jogo do torneio disputado entre eles), caso não jogaram o desempate deve ser pelo número de pontos ganhos;
· Saldo de pontos.
Art. 3- O 3º e 4º lugar será definida indiretamente. Sendo que o campeão do torneio puxará o seu semi finalista para a terceira colocação, ou então o segundo colocado de seu grupo;
Art. 4- Quem vencer de W x O, será computado uma vitoria de 2 games a 0, com parciais de 11x0 e 11x0. Acontecendo com quem perder de W x O também ficará com uma derrota de 0 x 11, 0 x 11.
Art. 4- Quem vencer de W x O, será computado uma vitoria de 2 games a 0, com parciais de 11x0 e 11x0. Acontecendo com quem perder de W x O também ficará com uma derrota de 0 x 11, 0 x 11.
Art. 5- Os jogos de simples serão disputados em melhor de três games até 11 pontos sem vantagem chamada point a rally (no caso de empate nos pontos em 10 a 10, vencerá o game o atleta que abrir dois pontos de vantagem). A comissão organizadora poderá optar pela disputa em melhor de cinco games caso tenham poucos inscritos.
Art. 6- É recomendada a utilização de lentes protetoras dos olhos durante todas as partidas. Os organizadores se isentam de qualquer responsabilidade em casos de acidentes.
Art. 7- A bola oficial é dunlop com dois pontos amarelos, ou outra qualquer desde que ambos os jogadores concordem.
Art. 8- Poderá um jogador ser substituído na chave no caso de não comparecimento no seu primeiro jogo. Será levada em conta a lista de espera e ranking para substituição.
Art. 9- Não haverá disputa e nem premiação para terceiro colocado nas chaves (o terceiro colocado será quem perdeu para o campeão e o quarto colocado quem perdeu para o vice - campeão nas semifinais)
Durante o seu primeiro torneio, todo o atleta será avaliado tecnicamente. Se o nível técnico for muito superior a categoria inscrita, esse atleta poderá ser desclassificado ou recolocado se possível
Durante o seu primeiro torneio, todo o atleta será avaliado tecnicamente. Se o nível técnico for muito superior a categoria inscrita, esse atleta poderá ser desclassificado ou recolocado se possível
CAPITULO 5 – ARBITRAGEM
Art. 1- Os jogos serão arbitrados pelos próprios atletas, sendo compulsória ao jogador vencedor de qualquer disputa. Será levada em conta a sua habilidade de arbitrar, caso não a possua, o atleta ficará como marcador de pontos.
Casos omissos e dúvidas de arbitragem serão sanados por Fábio Luiz Milani.
CAPITULO 6- CONDUTAS EM QUADRA
Art.1 - A conduta dos jogadores em quadra será avaliada com extremo rigor, prevalecendo o regulamento oficial da WSF.
Indisciplinas poderão ser punidas com simples advertência, exclusão de uma determinada etapa com perda de pontos no ranking e até exclusão de todo o circuito.
CAPITULO 7- SORTEIOS DOS GRUPOS OU JOGOS
Art. 1- Dependendo dos números de inscritos poderá haver a criação de mais grupos, onde os vencedores do grupo se enfrentaram em uma fase final. Os integrantes de cada grupo serão separados pelo ranking, ou seja, o 1º colocado fica em um grupo diferente do 2º colocado, daí em diante será sorteio. Quem quiser presenciar os sorteios favor pedir com antecedência para ser avisado.
CAPITULO 8- RANKING
Art. 1- Ao longo do circuito será divulgado através de email, facebook e blog um ranking classificatório das diversas categorias de pontos acumulativos.
Além do seu uso para elaboração dos grupos, o ranking será também utilizado como critério para promoção de categoria ao final do circuito.
Art. 2- A pontuação obtida em cada etapa será distribuída da seguinte forma:
Campeão: 100 pontos
Vice - campeão: 80 pontos
3° Colocado: 60 pontos
4° Colocado: 50 pontos
5° a 8° Colocado: 40 pontos
9° a 16° Colocado: 30 pontos
17° a 32° Colocado: 20 pontos
Art. 3- Critérios pra desempate no ranking:
1. Número de títulos no ano (campeão);
2. Melhor colocação na última etapa jogada.
CAPITULO 9 – INSCRIÇÕES
Art. 1- As inscrições terminarão sempre na quinta feira que antecede o torneio ao meio dia. As inscrições poderão ser feitas pelo email flmilani@hotmail.com, ou através do Facebook.
Será permitido às atletas femininas inscreverem-se em categorias masculinas apenas se estiverem disputando a categoria feminina.
CAPITULO 10 – HABILITAÇÕES PARA JOGAR
Art. 1- Além da confirmação da taxa de inscrição, os atletas estarão habilitados para participar das etapas apenas após assinatura de declaração de conhecimento do regulamento e isenção de responsabilidade sobre ocorrências médicas e acidentes, objeto de formulário próprio.
Art. 2- Deverão ainda os (as) atletas estarem trajados de calçados adequados, com solados de látex ou tipo “no marking”, além de shorts (saia) e camiseta. O atleta deverá se apresentar para jogar asseado (limpo), e evitando circular nos locais dos jogos sem camisa.
Art. 2- Deverão ainda os (as) atletas estarem trajados de calçados adequados, com solados de látex ou tipo “no marking”, além de shorts (saia) e camiseta. O atleta deverá se apresentar para jogar asseado (limpo), e evitando circular nos locais dos jogos sem camisa.
CAPITULO 11 - W. O.
Art. 1- Este é um assunto muito delicado. Em torneios maiores deve haver um pouco mais de severidade, mas como o grande objetivo do Circuito Regional de Squash é confraternizar os jogadores e estar aumentando o público que prática a modalidade o W x O não será tão radical. Usaremos o bom senso. Tentando ao máximo evitar esta decisão, mas também de um modo que não atrapalhe o andamento do torneio. O importante é sempre avisar ao organizador Fábio Milani dos possíveis atrasos dos horários.
CAPITULO 12- REBAIXAMENTOS E PROMOÇÕES
Art. 1- Será promovido o 1° colocado do ranking de cada categoria ao final do circuito. (salvo exceções técnicas)
Será também promovido qualquer atleta que obtenha títulos em 50% das etapas do circuito.
Caberá à Fábio Luiz Milani analisar exceções ou efetuar recolocações visando manter um bom nível técnico e competitividade dentro das categorias.
Será também promovido qualquer atleta que obtenha títulos em 50% das etapas do circuito.
Caberá à Fábio Luiz Milani analisar exceções ou efetuar recolocações visando manter um bom nível técnico e competitividade dentro das categorias.
Caberá aos atletas recurso formal, seja em promoção ou rebaixamento.
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